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Campanha acaba, mas a Luta, não
   Felipe  Camelo  │     31 de outubro de 2016   │     12:25  │  0

E neste último dia do mês, encerramos Outubro Rosa e + 1 campanha contra o câncer de mama. Os n°s ainda são assustadores, só no Brasil são 2 milhões de casos por ano. A campanha acaba, mas a luta, não; a vigilância segue atenta. A campanha é de extrema importância e vem ganhando força, levando a conscientização sobre a prevenção.

Na última 5ª, Fabrícia Feitosa coordenou + 1 Leilão Maceió Rosa. Claro que todas que prestigiaram + 1 Leilão Maceió Rosa, integrantes da campanha Outubro Rosa, fazem a diferença nesta importante luta da Rede Feminina de Combate ao Câncer, do Grupo Renascer, e de todos nós, obviamente.

Confira tudo que rolou na noite da última 5ª no showroom de Fabrícia.

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Centenário, Recuperado
   Felipe  Camelo  │     28 de outubro de 2016   │     11:00  │  0

1 dos maiores patrimônios histórico-culturais do Brasil se encontra em terras caetés, e, infelizmente, não é reconhecido como deveria. Penedo, a 160 km de Maceió, leva em suas ruas grandes histórias, datadas da época das capitanias hereditárias. Em cada ponto da cidade, pode ser encontradas construções que remetam a 1 série de curiosidades.

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Fotos: Reprodução

Entre elas, o Theatro Sete de Setembro, o 1º de Alagoas, inaugurado em 1884. O prédio, com 3 andares, cerca de 300 lugares e 13 banheiros em pontos estratégicos, leva a assinatura do arquiteto italiano Luigi Lucarini, com bases da arte neoclássica, em 1 terreno doado pelos franciscanos. Ele, que projetou em Maceió o hoje Museu Palácio Floriano, também o Teatro Deodoro, e o Tribunal de Justiça.

Na Penedo do século XIX, o Sete de Setembro tornou-se ponto de encontro de arte e entretenimento para os moradores.

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Logo na fachada, as Deusas da Música, Arte, Poesia e Dança, respectivamente Euterpe, Calíope, Melpômene e Terpsícore. As esculturas chamam atenção de quem chega ou passa por lá.

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A 1ª casa de espetáculos de Alagoas, com 132 anos, passa agora por 1 restauração completa, incluindo pintura, novos condicionadores de ar, estrutura de som, projeto luminotécnico, acessibilidade com elevador para portadores de necessidades especiais e idosos. Além de recuperação de pisos, esquadrias e novos banheiros. O prazo de entrega ? Fevereiro de 2017.

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Entre a Vida e a Morte, quem é o Vilão?
   Felipe  Camelo  │     22 de outubro de 2016   │     10:00  │  0

Já faz tempo que certas doenças, como problemas cardíacos, diabetes, hipertensão… não são + “exclusivos” de idosos. Cada X +, vemos adolescentes enfrentando essas mazelas, mesmo com 1 vida ativa e saudável. Eis a questão, será mesmo que é saudável?

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Fotos: Reprodução

Muitos alimentos que consumimos são industrializados, e quando não são,  sofrem alterações genéticas, expostos a produtos químicos… Fica + difícil a cada dia ter 1 dieta alimentar correta, quando o maior vilão é o tempo, como não queremos perdê-lo, comemos a coisa que é + rápida a ser feita.

2° estudo do Departamento de Saúde da Inglaterra, os jovens estão comendo menos verduras, frutas, legumes, evitando carnes. O ideal seria ingerir suplementos alimentares para que não falte nutrientes, mas isso também não acontece.

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Com esse desequilíbrio nutricional e 1 dieta rica em gordura, crianças, jovens e adultos enfrentam doenças sérias + cedo. A Organização Mundial da Saúde divulgou que o nº de mortes por doenças cardiovasculares vai aumentar drasticamente até 2040, será cerca de 250% a +. Incrível!!!

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Conscientização, claro, é parte fundamental para o combate a esses problemas, daí surge as campanhas que buscam levar o conhecimento para a população. Atualmente, elas acontecem periodicamente, tendo cada mês com um ou + propósitos e cores diferentes. A ideia surgiu com o laço vermelho, símbolo do ativismo da prevenção da Aids, e hoje temos diversos… E que elas ajudem ainda + !

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Recentemente 1 grande amigo, da minha Turma Marista 1978 , Zenildo Mascarenhas Júnior, estava em viagem pelo Chile e Argentina com a sua bem-amada Luzirene e alguns amigos, incluindo 1 cardiologista. quando, em Buenos Aires, se sentiu mal e veio a falecer, vítima de infarto fulminante. Ele não era sedentário, na verdade, não parava quieto, e mesmo assim aconteceu. Que este triste fato nos deixe alertas, pra seguir 1 dos pensamentos de Osho, “Sejamos felizes aqui e agora”. Porque o ‘daqui há pouco’, pode não existir. Dado o toque!!!

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“Made in Alagoas/ Rock 100% Autoral”
   Felipe  Camelo  │     13 de outubro de 2016   │     12:54  │  0

banda dharma

Foto: Reprodução

Os 1ºs passos na ‘trilha Rock’ parece que sempre começa movido pela amizade e, claro, o gosto pela música. Foi no começo dos anos 2000, que amigos se reuniram em torno de composições, passaram a tocar juntos, e com os ensaios cada X + frequentes, deram origem à banda Dharma.

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Foto: Jr Lima

Depois de 1 pausa de + 10 anos, voltam à cena, com novo CD, ‘A Cor do Céu Mudou’, com 10 canções totalmente autorais. Produzido ao longo de quase 1 ano, aqui em Maceió, reunindo Bruno Tenório (violino), Dinho Zampier (piano/teclado) e Miran Abs (violoncelo), foi lançado há alguns dias nas principais plataformas digitais.

Se antes se definiam como Rock alternativo, grunge, hoje preferem dizer que são Rock. A atual formação tem Gustavo Guri, que divide os vocais e guitarras com Marcinkus Bandeira, Ricardo Aquino (baixo) e Wendell Lima (bateria).

Ah! E as músicas estão disponíveis no bandadharma.com.br

Confira a entrevista com Gustavo Guri, editada pela jornalista Telma Elita.

Conta um pouco da história do grupo.

A banda nasceu no inicio dos anos 2000. Eu tinha algumas composições muito simples engavetadas, algumas com apenas duas notas, e não tinha muita coragem de mostrá-las. A ideia de começar uma banda foi se fortalecendo e acabei mostrando essas composições para alguns amigos que tinham uma grande afinidade musical e que mais tarde fundariam a banda Dharma. O nome Dharma foi sugerido pelo Marcinkus e acatado meio que de forma unânime e instantânea por todos. Ele trazia o tom sério e universal que queríamos. Até aquele momento, só tínhamos nomes engraçados, como “Asquelmintos Velejantes” ou “Strez”.

Vocês chegaram a lançar um primeiro CD. Depois houve um intervalo de anos. Como se deu o retorno do grupo?

Em fevereiro do ano passado, no aniversário do Marcinkus, nós tiramos um som, relembramos algumas músicas. Ali surgiu a ideia de marcarmos um ensaio. A princípio, seria algo totalmente despretensioso, mas creio que com a quantidade de músicas novas e a necessidade de criação acumuladas, um projeto mais profissional tomou forma. A troca de informações e o processo criativo foi intenso neste retorno. Precisávamos gravar um novo disco.

Você participou da composição de todas as músicas. Como é o processo de criação?

O núcleo de composição da banda se situa entre eu e o Marcinkus. Nós trocamos muitas ideias. Às vezes um cria um verso e o outro faz o refrão, um cria uma intro e o outro produz uma ponte. Não existe uma fórmula definida, mas parece haver uma química muito bacana, acredito que por termos tido uma “formação musical” muito parecida. Mesmo a banda tendo um núcleo de composição, nós gostamos muito quando os demais membros participam. O Ricardo, por exemplo, em Humanoides, durante o processo de produção, disse que sempre que ouvia o refrão (ainda sem letra), entendia: “Não vê que o céu mudou…”. Então desenvolvi toda a ideia da letra ao redor dessa frase. E acho que o resultado ficou interessante. Outro exemplo bacana é o da minha esposa que escreveu a letra de O Surto. Eu achava a melodia muito bacana, mas não conseguia encaixar uma letra interessante, foi aí que ela pegou um papel e escreveu toda a letra em questão de minutos. A letra foi baseada na história de um amigo em comum. Depois das composições estruturadas e com letras, é hora de ir pro estúdio pra cada um desenvolver os arranjos, outra parte muito importante no processo.

Como você definiria o som da Dharma?

Antigamente, a gente definia como rock alternativo, grunge, mas acredito que hoje somente rock define muito bem o que nós tocamos. Acredito que depois de todos esses anos haja uma identidade muito forte nas composições e no estilo. O nosso objetivo é ser uma banda de rock nacional com identidade própria.

Quais são as influências musicais?

No início, nós ouvíamos muito as bandas do grunge, pós-grunge, neo-metal e rock alternativo. Também sempre curtimos muito o rock inglês. Hoje a banda não se atém a esses estilos. Eu mesmo ouço muito jazz e blues, algumas bandas de metal mais modernas. Cada membro tem os seus gostos particulares, como o baterista que curte muito hardcore e punk rock. Acho essa mistura muito importante.

E por que A Cor do Céu Mudou como título desse segundo disco?

Achamos que essa frase representa a nova fase da banda. Sempre que a cor do céu muda indica que o ambiente mudou e o tempo passou. É exatamente isso que queremos passar com essa frase, uma nova fase, um novo ambiente, um novo clima. O título do álbum indica também que, mesmo que a cor do céu mude, nós precisamos nos adaptar, precisamos nos tornar melhores para enfrentar o presente, pois o tempo sempre vai passar, para todos nós. Esse é o significado da frase em Humanoides, onde existe uma reflexão sobre o fanatismo que cega e não deixa as pessoas se adaptarem ao novo mundo.

O CD foi lançado em plataformas digitais – iTunes, Deezer, Spotify, entre outras. Será o meio exclusivo?

Não. Estamos em fase final de negociação com a fábrica e acreditamos que até o final de outubro vamos ter mil cópias físicas.

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DNA, Floral e Solidário
   Felipe  Camelo  │     5 de outubro de 2016   │     13:07  │  0

De 1 lado, Eva Amaral, que desejava ser antropóloga, mas a paixão pelas flores e decorações se sobressaiu. Do outro, Laurinha Amaral, formada em arquitetura, mas que acabou por se apaixonar pela área de atuação da mãe. Parece que a criatividade e a flora são heranças genéticas da família.

eva e laura amaral

Fotos: Acervo pessoal/Reprodução

Eva realizou 1 dos seus sonhos quando a Bagatelle surgiu, e com muitos trabalhos inesquecíveis se tornou referência aqui e além fronteiras e divisas. E Laura complementa com sua linguagem autoral os projetos personalizados de Eva. Alguns, são assinados pelas 2, mas em outras ocasiões, elas criam e produzem separadamente, sem problemas.

Recentemente, Eva foi convidada pela amiga e top florista Karina Saab para ajudá-la na decoração do último capítulo da novela das 9, Velho Chico, se superou e, juntas, arrasaram. E, claro, selfies não faltaram, como este da alagoana com Camila Pitanga, como noiva no final do folhetim da Globo.

eva amaral

Laura também já fez parceria com a amiga Karina e montou a decoração de 1 casamento fictício em outra novela da Globo, Sangue Bom.

projeto flores de amor

Ah! Totalmente do bem, Laurinha reuniu amigos igualmente solidários para realizar 1 ação maravilhosa, e que, com certeza, faz bem a muita gente. É o projeto ‘Flores de Amor’, que reaproveita as flores para alegrar e presentear pessoas carentes. Sempre que tem algum evento grandioso, com muitas flores e tudo +, ela se reúne com a turma, sempre às 6 da manhã, para transformar em buquês o que seria lixo, e distribuem em abrigos de idosos, de crianças carentes, hospitais… Que sigam sendo exemplo.

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