Category Archives: Factual

Mostras, a 11ª e a 3ª
   Felipe  Camelo  │     2 de novembro de 2018   │     10:00  │  0

A postagem de hoje tem 1 gostinho de “até logo”.

Calma, calma, eu não vou deixar o blog ou a coluna que faço com muito afinco aqui na Gazeta, posso lhe garantir. Respirou? Então tudo bem. O que acontece é que a partir da próxima 2ª-feira, dia 5, estarei entrando nas minhas merecidas férias, mas nem se preocupem que, como sempre, a pedido de meus queridos leitores, ficarei afastado por apenas 2 semanas. O bastante pra tomar 1 respiro, organizar a vida e recarregar as baterias.

No entanto, pr’o bem ou pr’o mal, não estarei tão sumido assim e vocês poderão apreciar meus trabalhos bem antes do esperado, já que estarei exibindo em 2 exposições coletivas nos próximos dias.

Foto: Reprodução

 

A 1ª estará aberta pra visitação a partir das 7 da noite desta 2ª. Trata-se da 11ª edição da Mostra Cultural do Instituto da Visão, com o tema “artesanato, moda e design – um novo olhar”, celebrando as sensações que as + variadas vertentes da arte provocam em nós, meros mortais. A mostra reunirá 30 obras de diversos artistas, selecionadas a dedo pelo estreante na curadoria Gustavo Boroni.

Mas não para por aí!!!

Pra fazer jus ao artesanato no título, foram convidados os grupos Brasil Original (do Sebrae), Artecer – Associação das Rendeiras da Singeleza de Paripueira, Inbordal do filé da Ilha de Santa Rita e Gabriel Artesanato do Pontal da Barra. E pra contemplar literalmente todo tipo de arte, durante o tempo de exposição o Instituto da Visão abrirá as portas pra apresentações musicais numa parceria com o curso de Música da UFAL.

 

Então fica a dica!!! Visitas até o dia 16 de novembro na Av. Santa Rita de Cássia, 239.

Já às 7 e 1/2 da noite da próxima 6ª-feira, dia 9, abertura da 3ª Mostra de Fotojornalismo e Vídeo de Alagoas no Memorial à República, no Jaraguá. A exposição é 1 iniciativa da Associação de Repórteres Fotográficos e Cinematográficos de Alagoas, ou simplesmente ARFOC-AL.

Foto: Reprodução

 

O intuito é promover a fotografia e o vídeo como 1 forma de capturar e recordar os problemas e virtudes do passado pra fazermos 1 futuro melhor, além de, claro, valorizar os repórteres alagoanos. As obras apresentadas por vários profissionais do jornalismo retratam o que foi notícia em Alagoas e no Brasil entre 2017 e 2018 – “Da seca ao manancial. Da liberdade ao confinamento. Da comida ao lixo. Emoção e lágrima. Cultura e fé”.

Vale lembrar que este tipo de mostra é algo comum entre as Arfoc’s de todo Brasil, mas a única que apresenta, além da fotografia, o vídeo, é a daqui de Alagoas. “Porque a associação é feita com repórter fotográfico e cinematográfico, então se você tem 1 associação que tem essas 2 categorias – o fotográfico e o cinematográfico – é justo fazer a exposição com os materiais dos vídeos também […] Então valoriza. Você passa 1 ano fazendo esse material – tem vários premiados – e a gente faz 1 espécie de retrospectiva”, disse o presidente da associação e repórter fotográfico da Gazeta de Alagoas, Ailton Cruz.

Foto: Jonathan Lins – Reprodução

Você tem 1 mês pra conferir a mostra que ficará aberta pra visitas até o dia 9 de dezembro.

Então fica combinado, nada de sentir saudades!!! Voltamos em 2 semanas!!!

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“59 não é 60”
   Felipe  Camelo  │     1 de novembro de 2018   │     14:56  │  0

Na noite de ontem, supercomemoração de aniversário da minha amiga da vida toda Mamá Omena.

A badalada cerimonialista recebeu amigos e família no salão de seu prédio na Ponta Verde que, aliás, ficou irreconhecível com a decoração. O tema? “59 não é 60”, pra combinar com a irreverência da aniversariante. Ela que passa a vida organizando as festas de clientes, não poderia deixar de caprichar na sua própria.

Na cena, serviço de bordo impecável, com delícias variadas e muita bebida – whisky black e espumante não faltaram a noite toda. Além, é claro, de muita gente alegre e bonita, como manda a cartilha.

Fotos: FC

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Picasso? Basquiat? Warhol? Diego Barros!!!
   Felipe  Camelo  │     31 de outubro de 2018   │     17:17  │  0

Nunca é tarde pra darmos 1 volta em 360º em nossas vidas.

Tem gente que tem talento pra tudo. Tem gente que tem aquela aptidão em determinado assunto que vale por 100. E tem gente muito dotada que nem ao menos sabe o talento que possui. O que importa é reconhecer que somos seres multi-facetados, capazes de criar foguetes pra lua, obras de arte e poesia.

Assim, você pode viver preso dentro de 1 escritório ou desbravando terras desconhecidas pela humanidade em seu ambiente de trabalho, contanto que faça aquilo que lhe faz bem e, claro, o que você realmente tem aptidão pra fazer. Nunca é tarde pra descobrirmos 1 nova faceta em nós mesmos – ou 1 que estava escondida há algum tempo – e nunca é tarde pra começarmos a exercê-la da melhor forma possível.

Se olharmos com atenção, não é pequena a lista de personalidades que começaram a fazer aquilo que as deixaram famosas depois de certo tempo.

Fotos: Reprodução

Por exemplo, muito provavelmente você não sabe quem é Kristen Wiig, mas com certeza já deve tê-la visto em algum dos inúmeros filmes de comédia em que atuou, como “Missão Madrinha de Casamento” e o remake de “Caça-Fantasmas”. A atriz estudou Artes na Universidade do Arizona e seus planos eram trabalhar em 1 clínica de cirurgia plástica, desenhando o resultado final das operações, assim que terminasse a faculdade.

Por sorte, 1 professor de representação de seu curso lhe deu o toque certeiro de que ela poderia investir na carreira de atriz. Pensando nisso, Kristen se mudou pra Los Angeles, mas passou anos trabalhando com comércio antes de se juntar a 1 trupe de improvisação. Ela já tinha 32 anos quando entrou pr’o elenco do Saturday Night Live e começou a carreira cinematográfica de fato.

Harrison Ford, o eterno Han Solo, foi outro que demorou pra achar sua vocação. Formado em Inglês e Filosofia, o outrora galã de Hollywood até já tinha feito algumas pontas em filmes de baixo orçamento, mas com esposa e filho pra criar resolveu levar a vida como carpinteiro, o que à época lhe garantia + estabilidade.

A reviravolta aconteceu em 1973, aos 31 anos de idade, quando 1 cliente lhe apresentou ao diretor George Lucas e o pediu pra adicioná-lo em seu próximo filme “American Grafitti”, com elenco majoritariamente formado por atores jovens e amadores. Daí pra ser convidado pra “Star Wars”, o projeto seguinte de Lucas, foi 1 pulo. Nada menos do que a maior franquia da história do cinema.

Mas talvez o maior exemplo de todos seja o lendário Walt Disney. Ainda muito novo começou a estudar Artes, pelo menos até a 1ª Guerra Mundial pegar todo mundo de supetão. Neste caso, o desejo do criador do Mickey Mouse era mesmo ingressar no exército e lutar pelo seu país. Passou 1 ano na Cruz Vermelha, dirigindo ambulâncias na França sitiada.

Com o fim da guerra, continuou os estudos enquanto trabalhava em algumas agências publicitárias, chegando até a ser editor de jornal. Cargo no qual não durou muito, sendo demitido por “lhe faltar imaginação e boas ideias”. O saudoso produtor só começou a carreira no cinema ao ajudar a desenhar cartazes e propagandas de filmes pra 1 companhia cinematográfica. Junto com o irmão criou a produtora “Laugh-O-Gram” logo depois, o que viria a se tornar a Walt Disney Studios, hoje simplesmente 1 das maiores empresas do mundo.

O resto é história.

Enfim, o ponto aqui é que você não precisa se prender a 1 carreira, 1 modo de ver o mundo, apenas 1 direção. Somos seres em constante mutação. Podemos escolher seguir o fluxo do tempo ou nos redescobrir todo dia. Com novas aspirações, novos rumos…

Fotos: Thomaz Japiassú – Cortesia com Exclusividade

Digo isso porque recentemente Kaká Marinho me apresentou 1 novo talento do qual decidimos tomar 1 tempo pra falar sobre. O nome do artista é Diego Barros, e apesar de parecer experiente por carreira, a julgar pelas obras, ele na verdade é administrador por formação.

Desde os 3 anos de idade sempre surpreendeu pelo seu talento nato, mas nunca se dedicou definitivamente ao negócio. Depois de formado, sentiu cada vez + vontade de se dedicar na área das artes plásticas, especialmente com as técnicas de pintura em caneta Posca, tinta acrílica e spray, por vezes mixando com colagens e desenhos realistas.

Toda a produção do + novo artista alagoano está sendo divulgada nas redes sociais, deixando os espectadores boquiabertos com a exuberância das cores e a criatividade dos temas sobre as telas. O conceito? As obras vão desde relatos biográficos a críticas sociais com inspiração eclética pelo primitivismo de Basquiat, o surrealismo de Picasso e o Pop Art de Andy Warhol.

Não existe 1 exposição marcada ou 1 encomenda feita, existe apenas a vontade de fazer. A arte é espontânea, natural, assim como o dom. Aqui fica apenas o desejo por + e a promessa pr’o futuro brilhante.

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Marcas da Ignorância, na Pele e na Alma
   Felipe  Camelo  │     30 de outubro de 2018   │     17:25  │  2

 

O Brasil é 1 país fundado por escravos.

Não somos nós que estamos dizendo, são os livros de história. Nosso país, de faixa territorial enorme, a nível continental, nunca poderia ser colonizado por 1 nação com população de pouco + de 2 milhões de habitantes como Portugal. Faltaria recurso humano, faltou recurso humano.

Com isso, o tráfico de escravos virou 1 negócio superlucrativo pr’os europeus, que poderiam vendê-los facilmente nos portos brasileiros, desesperados por mão de obra africana. E isso é 1 detalhe importante: a maior parte dos escravos vinha da África, negociados com colonizadores ingleses e transportados através de navios negreiros.

Fotos: Reprodução

Claro que os nativos indígenas também foram utilizados de maneira escravocrata, mas estes encontraram nos missionários religiosos grandes aliados que se mostravam oposição a prática. O mesmo não pode ser dito dos negros. A repulsa histórica provocada por preconceito racial não lhes permitiu serem “dignos de pena”, nem ao menos dos clérigos.

A escravidão permaneceu em solo tupiniquim por pelo menos 400 anos.

Seres humanos como você e eu foram submetidos às + brutais formas de humilhação já cometidas pela humanidade. Tratados como animais, os africanos trabalhavam muito sem receber absolutamente nada em troca, a não ser trapos como vestuário e comida de péssima qualidade; eram obrigados a dormir em senzalas escuras, úmidas e sem nenhuma higiene; eram acorrentados, pra não poderem fugir; e eram amarrados e açoitados com chicote caso desobedecessem, trabalhassem abaixo da expectativa, ou se os capitães do mato e senhores de engenho simplesmente estivessem com vontade, afinal, eles podiam fazer o que quisessem com suas propriedades.

Anúncios classificados – “Leilão de móveis e escravo, venda de armazém, procura-se criada”. Publicado no jornal santista “O Mercantil”, ano I, edição 7, de sábado, 20 de julho de 1850, página 4. Acervo Memória Biblioteca Nacional Digital.

Os escravos também eram obrigados a aprenderem a falar português, seguirem apenas a religião católica e se desfazerem de suas culturas típicas. Obviamente isso não impedia que eles praticassem rituais de matrizes africanas sempre que tinham 1 brecha e persistissem em manter seus costumes vivos. Portanto, não se assuste em saber que a cultura brasileira tem muito + influência dos escravos do que dos nossos colonizadores europeus.

A capoeira, o candomblé, o acarajé, feijoada, angu, vatapá, cachaça, inhame, maxixe, quiabo, os gêneros musicais, são algumas das heranças deixadas pra nós pelo povo africano trazido à contragosto pra cá.

O Brasil foi 1 dos últimos países a abolir a escravidão, e por livre e espontânea pressão dos europeus. Aconteceu em 1888 com a Lei Áurea, que apesar de declarar proibida toda atividade escravocrata em território nacional, não garantiu nenhuma fiscalização nos engenhos. Ou seja, funcionava no papel, mas na realidade o trabalho não remunerado e abusivo continuou por muitos anos. Além do +, a lei não dava suporte algum aos escravos libertos. A maioria, sem moradia, foi viver na rua, e os que não conseguiam emprego (o + provável, afinal, existe 1 coisa chamada “preconceito”) eram obrigados a roubar pra sobreviver. 1 fardo carregado de geração em geração.

As consequências da escravidão reverberaram na história e sentimos os efeitos colaterais até hoje. Conforme dados do IBGE, até 2014, 76% dos + pobres no Brasil eram negros.

E numa população majoritariamente afro-descendente, o racismo, lamentavelmente, ainda existe.

“Quando seu filho absorve o personagem! Vamos abrasileirar esse negócio! #Escravo”, foi o que publicou no Instagram a tal da Sabrina Flor ontem, dia 29, juntamente com fotos de seu filho de 9 anos “fantasiado de escravo”. A mulher, branca, da classe média alta de Natal, no Rio Grande do Norte, vestiu o menino desta maneira pra ir à festa de Halloween na escola em que estuda. Correntes, farrapos e marcas de chicotada reforçam a caracterização.

Tirem suas próprias conclusões.

“Vamos abrasileirar esse negócio!” Parece até que ela tá falando de Carnaval, de Bossa Nova, de Forró, de Futebol. Agora a escravidão é patrimônio cultural brasileiro?!??!?!

Mas não para por aí!!! Como se não bastasse, a figura ainda solta a seguinte declaração no Twitter:

Pelo visto, a “mamãe do ano” aprendeu história nos mesmos livros que alguns internautas de movimentos recentes aprenderam que a terra é plana e que não houve Ditadura Militar no Brasil. Ignorância ou desonestidade intelectual? Vai saber. As pessoas são capazes de qualquer coisa pra provar que estão certas.

Mas o que também chama atenção é a afirmação seguinte sobre o famigerado “17” e no que isso implica, mas não vem ao caso. O que importa é que não interessa se você votou em A ou B. Racismo é crime, brincar com algo como a escravidão e usar seu filho inocente pra tal, é no mínimo de 1 mal gosto terrível. Você pode ser da esquerda, da direita ou da traseira, É CRIME!!!

A repercussão foi tão grande de ontem pra hoje, com 1 resposta tão negativa, que ela teve de mudar o discurso logo depois. “Queria somente pedir desculpas pelo fato! Jamais foi minha intenção ofender alguém, estou extremamente arrependida por tudo que aconteceu e me sentindo MUITO mal com os xingamentos e ameaças horríveis que estão me mandando. Desculpa a todos, do fundo do meu coração! #paz”, disse a infeliz no Twitter antes de apagar todas as redes sociais.

A repercussão tomou outras proporções e a escola do garoto também se pronunciou:

“Lamentavelmente, a escolha do traje para participação do Halloween, feita pela família do aluno, tocou numa ferida histórica do nosso País. Amargamos as sequelas do trágico período da escravidão até os dias de hoje. O colégio CEI não incentiva, nem compactua, com qualquer tipo de expressão de racismo ou preconceito, tendo os princípios da inclusão e convivência com a diversidade como norte da nossa prática pedagógica.”

Por último, a Promotoria de Justiça de Defesa da Criança e do Adolescente de Natal iniciou investigação na tarde de hoje e afirmou que vai intimar a mulher a prestar esclarecimentos. O procedimento vai transcorrer em segredo de Justiça por envolver 1 criança, conforme previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente.

Lembrando que o racismo é considerado no Brasil 1 crime inafiançável. Esperamos que as autoridades lidem com o caso da melhor forma possível, que a mãe seja presa se isso se configurar realmente como crime e, se não, esperamos que ao menos ela tenha recebido a lição. A lei pode até perdoar, mas a internet não perdoa.

A escravatura existiu, não só aqui no Brasil, mas no mundo todo. Ela não é 1 piada, ela não é 1 fantasia de Halloween, ela matou e mata pessoas inocentes até hoje. Banalizar o sofrimento dos outros pra sua diversão é segurar o chicote do açoite.

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Destaque Nacional, os Chefs Alagoanos
   Felipe  Camelo  │     29 de outubro de 2018   │     16:57  │  0

Antes de toda a tensão que foi este último fim de semana, estive na última 6ª-feira no Basilico Ristorante Italiano pra superalmoço com a chef Lory Dori.

Dá 1 olhada nas sobremesas!!!

Além de, obviamente, ter aproveitado bastante toda a boa culinária (o paladar agradece), de bônus ainda acabei me inteirando e me aproximando do projeto Enchefs.

Primeiramente, trata-se de 1 reunião nacional de chefs que acontece tanto de maneira isolada, em vários estados, como também em nível nacional de forma + seleta. Pra participar do evento com feras da gastronomia de todo o Brasil, é preciso já ter ganhado o prestigiado Prêmio Dólmã em edições anteriores ou estar indicado pra próxima edição.

O que é este tal de Dólmã? Calma que vamos explicar!!!

Por exemplo, aqui em Alagoas temos desde 2016 o nosso próprio Enchefs que, dentre outras coisas, propõe 1 circuito de palestras com profissionais da área alimentícia no intuito de valorizar a gastronomia local. No entanto, a atração + importante é o Concurso Profissional que escolhe o chef que irá representar Alagoas no Prêmio Dólmã, competindo com feras de todo território tupiniquim.

Mãe Neide, embaixadora do Enchefs 2018 em Alagoas. Foto: Reprodução

O mesmo acontece no resto do Brasil. Por aqui a seleção ocorreu no último dia 23, na Unidade de Gastronomia da Uninassau, e o grande vencedor foi Gutemberg Farias. Maaaas, eis que há outro “porém”, cada estado tem o direito de levar 3 chefs ou cozinheiros pra representá-lo. Sendo assim, ainda falta conhecermos os outros 2.

O 2º será escolhido através de indicações no enchefsbrasil.com.br. Pra poder ser indicado o concorrente tem que ter pelo menos 5 anos de atuação e residência em Alagoas por no mínimo 3 anos.

O 3º representante é selecionado pela comissão da presidência do Enchefs com a ajuda do(a) embaixador(a) do ano em questão, que é ninguém menos que o vencedor da 1ª etapa na edição anterior. Neste caso, a Mãe Neide Oyá D’Oxum.

Assim, os felizardos, além de terem passe livre no Encontro de Chefs do Brasil 2018 que acontecerá em Goiânia entre os dias 4 e 7 de dezembro, também concorrerão ao Prêmio Dólmã, que conta com 2 categorias. A Estadual que premia 1 chef por estado entre os 3 chefs concorrentes e a Categoria Nacional que premia 1 chef Nacional entre 5 chefs.

Agora, voltando lá pr’o início do texto, vocês devem estar se perguntando o que a Lory tem a ver com tudo isso. Bom, tudo!!!

Prato feito com massa italiana ‘Enforca Padre’ e sururu, mesclando as gastronomias italiana e alagoana. Foto: FC

No dia 6 de novembro o Basilico Ristorante Italiano irá promover jantar especial pra levantar fundos pra viagem do vencedor da etapa alagoana Gutemberg Farias. A chef Lory Dori vem apoiando o projeto desde o início e não poderia deixar de ajudar em + esta. Aqui, a ideia também é homenagear 1 dos patrimônios imateriais de Alagoas, o Sururu de Capote, servindo o melhor da gastronomia italiana e alagoana.

Ficou interessado em ajudar ou simplesmente experimentar esta miscelânea de sabores? Então entre em contato com a Coordenadora Estadual Rebeca Suzy pelo 82 99125-9655 ou pelo e-mail: [email protected] e adquira o seu voucher pr’o jantar.

Imagem: Reprodução

+ 1 vez, a gastronomia alagoana respira.

 

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