Monthly Archives: outubro 2018

Sensorial e Artístico
   Felipe  Camelo  │     18 de outubro de 2018   │     15:43  │  0

Esta semana ‘falamos’ aqui no blog sobre a exposição “Travessias”, da alagoana Yara Barbosa, + conhecida como Pão. A mostra apresenta algumas das + belas obras do acervo da artista, todas demonstrando o que a arte urbana tem de melhor, baseadas nas experiências que moldaram a trajetória de Pão rumo ao despertar sensorial e artístico.

Vale acesso: Latentes e Inerentes “Travessias”

A abertura? Ontem à noite na Pinacoteca Universitária, com a presença de público + que plural: amigos, familiares, integrantes do projeto “Cidade & Signos”, como também do projeto “Ouricuri Caiçara”, além, é claro, da curadora da exposição, a professora Anna Maria Vieira, e o responsável pela expografia, o designer Rafael Almeida.

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Quando o Nome confere a Importância
   Felipe  Camelo  │     17 de outubro de 2018   │     15:53  │  0

Alagoas é terra de muitos e célebres artistas, alguns que chegaram até a cravar seus nomes nos apêndices da cultura nacional. Na literatura, Graciliano Ramos e Lêdo Ivo; no cinema, Cacá Diegues; nas artes plásticas, Pierre Chalita e Delson Uchôa; nas artes cênicas, Linda Mascarenhas; no ramo da música, Djavan e Hermeto Pascoal; na moda, Bruna Tenório…

Só o que não podemos dizer é que ao longo da história não tivemos conterrâneos talentosos que representaram e elevaram a cultura alagoana a outro patamar. Triste é saber que boa parte desta grande leva nem sequer é conhecida pela massa caeté, quem dirá apreciada.

Foto: Marco Antônio/Secom Maceió – Reprodução

Por isso, + do que necessário, é imprescindível que homenageemos aqueles que movimentam e atuam de forma ativa em prol da cultural local, pra que ela continue sobrevivendo e, geração após geração, aprendamos a valorizá-la.

Selma Britto. Foto: FC

1 destas pessoas que merecem todas as láureas é com certeza a pianista Selma Britto. Há + de 65 anos estudando música clássica, a musicista destaca-se principalmente por sua dedicação ao fomento e difusão da música em âmbito local. Tanto é que, desde 2001, é peça fundamental do projeto ‘Concerto aos Domingos’, que sempre acontece na 1ª manhã dominical do mês, apresentando o melhor da música erudita de forma gratuita e inclusiva.

Não é a toa que, vez ou outra, Selma é homenageada com prêmios e comendas a torto e a direito. Mas talvez a melhor homenagem até agora recebida foi a honra de ter seu nome batizando prêmio anual idealizado pelos produtores Marcus Assunção e Fafá Rocha. Com qual objetivo? Vejam só vocês, homenagear os + importantes artistas e difusores culturais da contemporaneidade alagoana.

O Prêmio Selma Britto, chegando ao seu 4ª ano, terá cerimônia acontecendo às 8 da noite de hoje, dia 17, no Misa, o Museu da Arte e do Som de Alagoas. Nesta edição, 20 profissionais entre artistas, técnicos, produtores e gestores culturais sendo agraciados, que foram selecionados entre 200 nomes indicados por comissão de atores, atrizes, comunicadores, músicos, artistas visuais, poetas e produtores.

A lista de homenageados, você confere aqui:

 

Enio Lins – Secretário de Estado de Comunicação, cartunista, jornalista e incentivador cultural

Isvânia Marques – Escritora e Secretária de Cultura de Palmeira dos ìndios

Dr. Antônio Rodrigues – Poeta e compositor

Herman Torre –  Cantor e arranjador

Alessandra Vieira- Jornalista e editora do caderno de cultura do jornal Gazeta de Alagoas

Inácio Loyola – Deputado estadual e historiador

Edlúcio Donato – Superintendente da Secult/AL

Pedrão – Cordelista

Professor Benedito de Vasconcelos- Museu do Sertão

Marx Beltrão- Ex-Ministro do Turismo e Deputado Federal

Mauro Braga- Ator e diretor teatral

Igbonan Rocha – Cantor

Banda de Música do Corpo de Bombeiros de Alagoas

Armando da Silva Oliveira – Artista plástico

Zailton Sarmento – Multi-instrumentista

Marcela Vilela – Secretária de Cultura de Teotônio Vilela

Maria José da Silva- Secretária da Mulher e dos Direitos Humanos

Paty Maionese- Humorista

Grupo Seresteiros da Pitanguinha

Edner Careca- Técnico de Luz Cênica do Teatro Deodoro

Wilbert Fialho – Violonista

Yrlan Luiz- Tatuador

E viva a cultura alagoana!!!

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Oportunidade, Dignidade, Emprego e Renda
   Felipe  Camelo  │     16 de outubro de 2018   │     16:26  │  0

Que o Brasil está passando por 1 crise econômica e política todo mundo já sabe.

A não ser que você viva numa torre de marfim intransponível enquanto nós, meros mortais, fazemos das tripas coração pra pagar as contas no fim do mês, você também deve ter sentido a tal da crise.

Ela começou lá pras bandas de 2014, resultado de “medidas macroeconômicas locais equivocadas que deram errado”, 2º  Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central. Acentuada principalmente pelo pouco investimento exterior, baseado na desconfiança e insegurança política da época, que aliás, permanece até hoje talvez até +, e sem indícios concretos de alguma melhora.

Entre outras consequências da crise pra população: o aumento dos impostos, seguido do aumento dos preços de produtos e, claro, o desemprego. Este último atingiu o auge no começo do ano passado, com uma taxa de 13,7% – ao todo, + de 14 milhões de brasileiros desempregados.

Foto: Reprodução

Apesar de certa melhora no 1º semestre deste ano, com o desemprego caindo por 3 meses consecutivos, ainda assim não temos motivos pra comemorar. De acordo com dados do IBGE, em junho, o nº de desempregados passou pra 12,4%, 1 queda de apenas 1,3%, ou seja, 13 milhões de brasileiros permanecem sem trabalho.

Isso sem contar que grande parte destas novas vagas tratam-se de empregos informais, sem carteira assinada. Pode juntar à equação também a grande parte de pessoas que estão fora do mercado de trabalho e nem procuram vagas, as quais não foram adicionadas na pesquisa. Estas chegam a 65,6 milhões!!!

Fonte: IBGE

Por essas e outras é preciso darmos bastante atenção a programas que incentivem cada vez + a geração de empregos. Valorizar é 1 forma de impulsionar.

Aqui em Alagoas, por exemplo, o Conselho Estadual do Desenvolvimento Econômico e Social, ou Conedes, tem feito 1 bom trabalho com o objetivo de articular ações governamentais voltadas pra ampliação do cenário de desenvolvimento econômico e social de Alagoas.

Foto: Kaio Fragoso – Reprodução

Formado por 27 conselheiros das áreas da iniciativa privada, Governo de Alagoas e sociedade civil, tem feito concessões de incentivos fiscais pra empresas que pretendem investir no mercado alagoano. E é tudo possível graças ao Programa de Desenvolvimento Integrado que passou a oferecer a redução de 92% no pagamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na saída de produtos industrializados.

Não é nem preciso dizer o quanto essa facilitação contribui pra geração de emprego e ascensão da economia locais, e a expectativa é que cada vez + empresas se interessem em trazer suas fábricas pra território caeté.

Na última 5ª-feira, dia 11, a Conedes, em reunião no Palácio República dos Palmares, aprovou 7 concessões de benefícios fiscais pra empresas que pretendem investir pesado na produção em solo alagoano. 1 exemplo é a Mococa S/A Produtos Alimentícios que se instalará em Murici, fabricando leite condensado e achocolatado, com previsão de gerar cerca de 400 empregos na cidade. Outra é a Alquimia Indústria e Comércio de Capachos Ltda, que fará “residência” em Marechal Deodoro num investimento de R$48 milhões!!!

Se depender do andar da carruagem, dá pra prever 1 bom futuro pra nossa indústria regional. Basta apenas esperar pra ver se nossos governantes irão se empenhar pr’o cumprimento dos direitos humanos e trabalhistas com o mesmo afinco que se mobilizam pra favorecer os empresários. Afinal, não existe produto, e nem existe emprego, se não houver quem queira trabalhar.

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Latentes e Inerentes “Travessias”
   Felipe  Camelo  │     15 de outubro de 2018   │     16:34  │  0

É + do que óbvio afirmar que, como seres humanos, vivemos em constante mudança.

Somos animais pensantes, cheios de vida, sonhos, receios, alegrias, arrependimentos… tudo ao mesmo tempo. Claro, com alguns sentimentos + acentuados que outros, dependendo muito do rumo que estamos tomando em determinada época, espaço ou tempo de nossas vidas, mas tendo que lidar sempre com este turbilhão de emoções latentes e inerentes a cada 1 de nós.

Dito isto, qual seus status atual? Por qual caminho você está tendo que atravessar? Ele lembra + 1 tapete vermelho ou 1 pista de obstáculos? É tortuoso e escuro, ou colorido e solar? E como você está escolhendo encará-lo, com o aspecto carrancudo de quem sente o peso das responsabilidades ou com 1 bem vindo sorriso?

Seja como for, só o que nos resta é, ao final do percurso, reavaliarmos os erros e acertos e aprendermos com as experiências. Elas podem ser boas ou ruins, perdas ou vitórias, mas nos tornaram as pessoas que somos hoje. E por isso, é preciso de vez em quando lembrarmos destas nossas ‘travessias’ com carinho, pra nos prepararmos pr’as que ainda virão.

Imagens feitas na montagem da exposição “Travessias”, de Yara Barbosa, na Pinacoteca Universitária. Fotos: Patrícia Mendonça – Cortesia

É com reflexão parecida em mente que a jovem artista Yara Barbosa, + conhecida como Pão, inaugura a sua 1ª exposição individual “Travessias” na Pinacoteca Universitária. A abertura? Às 7 da noite da próxima 4ª-feira, lá mesmo no museu de arte contemporânea da Ufal, no Espaço Cultural da Praça Sinimbu.

Na mostra, Pão expõe através das obras todas as experiências que moldaram sua trajetória rumo ao despertar sensorial e artístico. Pra isso, não polpa espaço pra referências a sua vivência pessoal.

Seja ao próprio design, curso do qual é graduanda pela Universidade Federal de Alagoas, ou à experiência com arte urbana – se você já deu 1 pequena volta por Maceió com certeza deve ter se deparado com 1 grafite da artista pela cidade – algo que foi ainda + incentivado e aprimorado com o projeto “Cidade & Signos”, da professora Anna Maria Vieira, que consiste em usar as simbologias do ambiente urbano pra pura expressão criativa.

Outra grande influência na formação artística e espiritual de Yara é o grupo Ouricuri Caiçara. Foi inclusive daí que a artista tirou a natureza e a capoeira tão presentes em seu repertório. Trata-se de projeto que desenvolve grandes jornadas em solo alagoano, realizando atividades de matrizes indígenas e africanas.

Desta forma a “travessia” do título ganha outros contornos. Além de fazer alusão ao sentido figurado da palavra, de movimento transitório pela vida, também remete ao catalisador da mutação: a própria experiência. Nesse caso, as citadas andanças.

Em perspectiva, grafite, lambe-lambe, aquarela e desenho, traduzidos em belíssimas obras divididas nas séries “Meta-morfose”, “Ouricuri”, “Objetos do Cotidiano”, “Passos Efêmeros”, “Cunhatã”, “Deságua” e “Seres Chamânicos”, que representam os momentos da vivência de Pão. Todas com curadoria de 1 de suas mentoras Anna Maria Vieira e expografia assinada pelo designer Rafael Almeida.

“Travessias” será a 5ª e última exposição da Pinacoteca em 2018, como sempre com visitações das 8 e 1/2 da manhã até as 5 e 1/2 da tarde a partir desta próxima 5ª-feira, dia 18. A entrada? Gratuita.

E aí? Você tem 2 opções. Deixar passar, ou permitir que todo imaginário e inventividade de Yara Barbosa preencham o espaço de + 1 capítulo de 1 de suas travessias.

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‘Over the Rainbow’, a Dura Realidade
   Felipe  Camelo  │     12 de outubro de 2018   │     10:00  │  0

É muito comum contarmos histórias pr’as crianças dormirem como 1 forma de distração. Aqueles contos de fadas sobre princesas, dragões e cavalos brancos. O que muita gente não sabe é que a maioria destes contos tem origens bem distantes do inocente mundo infantil.

Charles Perrault, e posteriormente os conhecidos irmãos Grimm, foram quem popularizaram estas historietas lá na Idade Média. Inicialmente, elas eram passadas adiante apenas de forma verbal, não havia nenhum registro escrito, e por isso, muitas delas com certeza não tem + nada a ver com a versão original. Ainda + depois das versões coloridas de Walt Disney e companhia.

Foto: Reprodução

Não, senhor!

Os “contos de fadas” de hoje, eram histórias aterradoras que faziam paralelos com a vivência, costumes e crenças da época pra alertar às crianças sobre as maldades que existiam no mundo lá fora. Mas sempre lembrando que estamos falando da Idade Média.

A Cinderela não tinha Fada Madrinha, ela fazia 1 pacto com o demônio, e suas irmãs cortavam pedaços dos pés pra caberem no sapatinho de cristal, na tentativa de galgar 1 espaço na alta sociedade. A Bela Adormecida? Não foi acordada pelo príncipe com 1 beijo de amor verdadeiro, ela foi estuprada, e ficou grávida enquanto ainda dormia!!!

Foto: Reprodução

Sim, estas histórias eram contadas pra crianças!

Claro, numa época em que a divisão entre infância e maturidade não existia realmente. Com o passar do tempo, as pessoas finalmente se tocaram que precisavam aliviar os contos se fosse pra continuar contando eles pr’os pequenos. Foi 1 mudança gradual, alterando momentos chave e acrescentando lições de vida, até chegarmos nas solares princesas ‘Disneynianas’ que conhecemos hoje.

No entanto, esta fórmula didática de ter obrigatoriamente 1 ensinamento no final de cada historinha começou a ser questionada por alguns autores lá no início do século XX, que acreditavam que elas deveriam focar apenas no entretenimento. Em contrapartida, esta corrente defendia narrativas menos violentas com personagens + virtuosos e criativos.

1 dos defensores da onda era o americano L. Frank Baum, que, em 1900, escreveu o clássico dos clássicos “O Mágico de Oz”, considerado por muitos o 1º conto de fadas americano. Com certeza você já ouviu falar da obra, todo mundo já ouviu. Ela se tornou 1 sucesso instantâneo em seu lançamento, o que obrigou Baum a escrever e autorizar a produção de várias continuações.

Foto: Reprodução

É aquela velha história de Dorothy e de seu cãozinho Totó, que são pegos por 1 tornado e jogados pra bem longe, na colorida Terra de Oz. Como se não bastasse, a casa da protagonista vai junto, e cai bem em cima da Bruxa Malvada do Leste. Os nativos Munchkins a glorificam como salvadora, mas tudo que ela quer é voltar pro seu lar, no Kansas.

Capa original de ‘O Mágico de Oz’, de L. Frank Balm. Foto: Reprodução

No entanto, isso não será 1 tarefa das + fáceis. Ela terá que atravessar 1 longa estrada de tijolos amarelos pra encontrar o incrível Mágico de Oz, pois só ele pode realizar o seu desejo. Claro que ela tinha de ser atrapalhada por 1 vilã, a Bruxa Malvada do Oeste, mas o lado bom é que pode encontrar amigos no caminho: o Espantalho, que quer 1 cérebro + do que tudo na vida; o Homem de Lata, que precisa desesperadamente ter 1 coração; e o Leão covarde, que anseia ao menos 1 pouco de coragem.

Todas estas figuras errantes e desajustadas partem em busca do Mágico que irá tornar seus sonhos realidade.

O que fica notório, se observarmos a obra com cuidado, é que apesar da vertente filosófica adotada por L. Frank Baum de deixar de lado as lições de moral e focar na diversão, “O Mágico de Oz”, possui sim 1 ensinamento escondido através de alegorias. Os personagens principais, sem exceção, possuíam exatamente tudo que queriam o tempo todo sem nem se dar conta, enquanto buscavam por 1 solução fácil, divina, que resolvesse seus problemas por eles.

Foto: Reprodução

O Espantalho nunca precisou de 1 cérebro pra ser 1 ser pensante de fato, o Homem de Lata nunca precisou de 1 coração pra demonstrar afeto a ninguém, e o Leão Medroso no final das contas era o + corajoso de todos, afinal, é preciso muita coragem pra superar seus medos. Até mesmo Dorothy descobre que o retorno pra casa esteve bem debaixo dos seus pés o tempo inteiro.

Todas as virtudes, sonhos, objetivos, estavam dentro deles próprios!!!

Foto: Reprodução

É por estas e outras razões que a magia de “O Mágico de Oz” perdurou depois de tanto tempo. Isso e também o filme de 1939. Dirigido por Victor Flemming, a adaptação homônima feita pr’as telonas contou com Judy Garland no papel de Dorothy e além de ser considerado 1 marco na história do cinema, por todo primor técnico (foi 1 dos 1ºs filmes coloridos e o que melhor usou o ‘technicolor’ em sua época), também colocou no mapa a canção “Over the Rainbow”, tão reproduzida, copiada, parodiada e traduzida em diversas línguas posteriormente.

A qualidade indubitável foi reconhecida com 7 indicações ao Oscar em 1940, ganhando nas categorias ‘Melhor Trilha Sonora Original’ e ‘Melhor Canção Original’.

Foto: Reprodução

 

Por sorte, poderemos conferir a maravilhosa trilha ao vivo às 4 da tarde de amanhã, dia 13, no Teatro Gustavo Leite. Em cena, “O Mágico de Oz – O Musical”, com direção de Glauber Teixeira.

Não teria melhor momento pra chegada do espetáculo, já que estamos comemorando nada menos que o Dia das Crianças. Os cenários cheios de efeitos especiais contam com reproduções que movimentam e dão vida a mágica Terra de Oz, o que com certeza irá encantar os pequenos. Enquanto isso, design e figurino fazem 1 releitura de tons medievais da obra original de Baum.

Foto: Reprodução

A produção executiva é de Laís Oliveira, que ainda interpreta a protagonista Dorothy. Moab de Oliveira, além de interpretar o icônico Leão covarde, também assina a produção artística e a direção de luz. Ainda no elenco, Erick Walker como Espantalho; Cleyton Alves, como o Homem de Lata; Rei Tito, como o Mágico de Oz; Dália Monteiro, como a Bruxa Malvada do Oeste; e Tayná Dias no papel de Glinda, a bruxa boa do norte.

 

Prato cheio pr’as crianças, saudosismo pr’os adultos e diversão pra toda família.

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