Monthly Archives: agosto 2018

“Pernas pra que te Quero…”
   Felipe  Camelo  │     31 de agosto de 2018   │     16:14  │  0

É louco pensar que mantemos tradições ancestrais e que apesar de obviamente antigas não envelhecem de maneira nenhuma.

1 destes costumes é o uso do vestido. Sim, porque desde a Grécia antiga, passando pelo tempo bíblico, não só mulheres, mas homens também já usavam túnicas. E o que seriam elas senão precursoras dos  vestidos? É claro que o conceito evoluiu com o tempo, e de alguma forma estas roupas abertas nas partes baixas passaram a ser relacionadas diretamente ao corpo feminino.

De fato, até o início do último século, mulheres que usavam calças eram mal vistas pela sociedade. O + correto era se enfeitar com o danado no vestido, que nessa época já era leve feito 1 pluma e bastante confortável, 1 ‘molezinha’ perto do que suas antepassadas passaram. Afinal, alguns séculos antes, estas vestimentas eram feitas de tecidos pesados, com várias camadas, extremamente apertadas, apropriadas pra modelar os corpos do sexo nem tão frágil.

Graças ao movimento feminista, e as convicções igualitárias conquistadas entre-guerras, este quadro mudou e, como todos já sabem, atualmente as mulheres tem todo o direito de usarem calças até na cabeça se bem entenderem, sem o risco de serem julgadas. Mas isso não quer dizer que o vestido foi extinto, pelo contrário, só aumentou, ainda +, seu status de elegância, e se tratando dos longos então…

São vestidos com alça, com mangas, tomara que caia, decotados, formais, casuais… O que não falta é estilo, e pra não perder o costume, + 1 de nossas coletâneas, desta vez com o tema “Vestidos Longos”.

Se você tem o costume de usar 1 desses e caiu nas nossas lentes, tem muitas chances de estar aqui!!!

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Ideológico, Social e Cultural
   Felipe  Camelo  │     30 de agosto de 2018   │     16:28  │  0

O que + impressiona na arte é o poder e o potencial que ela tem de ser universal.

Você pode vir de qualquer parte do mundo, inclusive dos cantos + recônditos, mas alguém em algum lugar do outro lado do globo pode observar 1 obra sua e se identificar, mesmo que tenha experiências, concepções e culturas totalmente diferentes. Desta forma, a arte pode ser 1 grande agregador, 1 condutor pra união de raças, tribos e credos.

Quer exemplo?

Desde 1990, o Deserto de Black Rock em Nevada, nos Estados Unidos, recebe anualmente 1 dos maiores festivais de contracultura do mundo, conhecido como “Burning Man”. Trata-se de 1 grande catarse coletiva de expressão e experimentação criativa e colaborativa. Quase 1 pequena metrópole levantada no meio do nada com ajuda integral de voluntários, onde a regra é: não há regras, não importa o que você faça, contanto que seja autêntico.

Foto: Reprodução

De acordo com o Wikipédia, “pessoas nuas com os corpos pintados, carros decorados, barracas enfeitadas, instalações gigantescas, sol forte, isto é o Burning Man”.

Foto: Reprodução

Mas o que isso tem a ver com arte? Absolutamente tudo!!! A expressão por si só é 1 arte, mas vai muito além. Lá é possível encontrar também 1 grande galeria a céu aberto, batizada de “Playa”, e bem no centro, a gigante escultura de madeira que dá nome ao festival, “Homem em Chamas”, traduzindo pr’o português. Já dá pra imaginar porquê, né? Ao fim da festa a escultura é totalmente queimada, pra alegria dos 80 mil visitantes do mundo inteiro que comparecem ansiosos por este momento.

Foto: Reprodução

Parece loucura, e há quem ache que se trata de 1 ceita pagã ou 1 cópia do famoso Woodstock, mas a verdade é que o “Burning Man” é 1 experimento social, 1 celebração com o intento de agregar e cultivar as relações entre os seres humanos de várias maneiras, mas principalmente através da arte, provocando os talentos individuais e intransferíveis de cada 1. Em resumo, é 1 momento coletivo, que acontece 1 vez por ano, como alternativa pr’o consumismo cotidiano e pra cultura de massas.

E quando dizemos que o festival acolhe gente do mundo todo não é eufemismo. A edição deste ano vem acontecendo desde o último dia 26 com encerramento em 4 de setembro e tem até brasileiro na jogada, em especial 1 alagoano.

Foto: Reprodução

O artista visual Lucas Lamenha está expondo neste exato momento no festival, dentro do espaço “Camp Favela”, formado por brasileiros que vivem na Califórnia. O alagoano leva pra sua exposição individual 13 novas peças exclusivas experimentais e inovadoras que dialogam, além de tudo, com o tema do evento deste ano “I, Robot”, alusão ao livro de contos do saudoso escritor de ficção científica Isaac Asimov.

Arte de Lucas Lamenha. Foto: Acervo Pessoal – Reprodução

Nas telas, a história do festival, desde referências ao próprio fundador até ao mundo atual, altamente tecnológico, com mensagens de respeito, paz, união e sustentabilidade, os valores pregados pelo “Burning Man”. Só + 1 vitrine pra este artista alagoano que já teve a oportunidade de apresentar suas obras em galerias baladérrimas de Londres, Nova York, Milão e Miami.

Não é muito provável, mas se estiver lendo isto enquanto está perdido no deserto de Nevada, dê 1 passada no “Burning Man” (temos certeza de que será muito bem recebido) e aproveite pra conferir a nata da arte alagoana contemporânea ganhando o mundo. Ironicamente no pedaço de terra + afastado do mundo, ideologicamente, socialmente, culturalmente…

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Sons do Pôr do Sol
   Felipe  Camelo  │     29 de agosto de 2018   │     14:06  │  0

Como dizia na última postagem, este feriadão que passou foi bem movimentado!!!

Vale acesso: da Varanda, o Horizonte

Na 2ª-feira, em pleno dia da Padroeira de Maceió, atendi a convite de Kaká Marinho, que reuniu seleto grupo de 30 pessoas no alto Barra de São Miguel pra conferir a nova empreitada musical de Gustavo Moura e Kadu Viana, que independente do sucesso de suas carreiras individuais, se juntaram neste projeto batizado de Marcafé.

Tocando sucessos do axé, sertanejo, funk… tudo com muito entusiasmo e alegria. De cenário, o famoso pôr do sol da Barra…

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da Varanda, o Horizonte
   Felipe  Camelo  │     28 de agosto de 2018   │     15:12  │  0

Este feriadão não deu trégua e, além de relativamente longo (o que garante 1 bom tempo de descanso), foi bem movimentado.

No sábado estive na praia de Guaxuma, mas não pra pegar 1 sol ou tomar banho de mar, como é justo pensar. Fui ao residencial Gran Marine, + especificamente à torre A, onde pude presenciar a entrega da mesma pelas mãos da V2 Construções. Na cena, clientes e parceiros num ambiente familiar e aconchegante.

Claro que vocês poderão conferir todos os clicks do movimento, mas antes é preciso ficar a par do que se trata, e qual sua importância. Melhor do que eu pra explicar só as próprias assessoras da V2, Maíra Malta e Rafaela Romariz.

Por isso, release na íntegra, escrito por elas mesmas:

“Na manhã do último sábado, 25 de agosto, em uma solenidade direcionada aos clientes e parceiros, a V2 Construções realizou a entrega oficial da Torre A do residencial Gran Marine. Lançando em 2014, o empreendimento é um marco na história da empresa, que visionariamente apostou na região de Guaxuma e apresentou ao mercado um novo conceito de moradia.

Com mais de oito mil metros quadrados destinados à diversão e qualidade de vida para toda família, o Gran Marine segue a linha de um resort urbano, e surpreende em cada detalhe. Desde o projeto arquitetônico assinado por Mariano Teixeira, passando pelo paisagístico de Neuza Nakata, e sem esquecer da ambientação primorosa, desenvolvida pelo arquiteto Rodrigo Fagá.

Com a entrega da torre A no sábado, a Construtora apresenta 60% da obra total do empreendimento. A área de lazer e áreas comuns estão sendo entregues equipadas e ambientadas, entre elas o complexo aquático com piscina de raia e borda infinita, prainha, piscina infantil, deck, bar tropical. No subsolo é possível relaxar na piscina aquecida, sauna, ou fazer academia com vista para o mar.

Ainda na torre A, os moradores do Gran Marine irão dispor de diversas outras áreas comuns como as praças de convivência, sala de estudo, home cine, brinquedoteca, playground, e salão de festas.

E mais que levantar paredes em um novo horizonte de Maceió, ao logo desses quatro anos a V2 Construções também desenvolveu um forte trabalho social na comunidade Elias Pontes Bonfim, em Guaxuma.

Muito antes de iniciar a obra do empreendimento, a Construtora passou a investir na preservação ambiental, no desenvolvimento urbano e sustentável do seu entorno. Uniu forças com a prefeitura de Maceió, com Sesi e com o Senai para construir o melhor da vida na comunidade. Fez reforma na associação dos moradores, obras de drenagem, construiu uma praça e o mais gratificante, através de diversos cursos na área da construção, pode proporcionar capacitação profissional a muitos moradores da região.

Para Ronald Vasco, diretor técnico da construtora a entrega do Gran Marine é especial não só por sua grandiosidade, mas também por todo trabalho social desenvolvido ao logo de todos esses anos.

‘Junto aos nossos parceiros possibilitamos as pessoas da comunidade a ganharem uma profissão, e eles correram atrás. Quase 80 moradores que fizeram os cursos de capacitação, hoje são nossos colaboradores. Não é apenas um emprego, é uma profissão. Hoje são armadores, carpinteiros, pedreiros, que aprenderam o ofício e passaram a trabalhar pertinho de casa’, conta o diretor.”

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Unindo o Útil e o Agradável
   Felipe  Camelo  │     27 de agosto de 2018   │     10:00  │  0

É impossível saber quando surgiu aparato tão útil quanto a bolsa.

Isso é óbvio. Mas há indícios de que advém da Idade da Pedra, e é até bem lógico – com a descoberta de que poderiam usar a carcaça dos animais pra se aquecer, e a necessidade de arrumar 1 jeito melhor do que usar as próprias mãos pra colher frutos, 1 + 1 = 2, e ‘voilá’, o couro dos bichos era usado de modo prático no dia-a-dia.

É até 1 instinto natural, como seres pensantes, esta necessidade de inventar acessórios que possam expandir nossas capacidades corporais. O carro, pra nos locomovermos + rápido; a escada, pra alcançarmos alturas maiores; o avião, pra voarmos… a bolsa, pra guardarmos o que der na telha!!!

Quer 1 prova dessa tese? Os cangurus possuem bolsas naturais pra carregarem seus filhotes. Só isso.

É claro que com o tempo estes itens valiosos do nosso cotidiano evoluíram, viraram mochilas, malas de viagem, e ganharam outra função importante, a estética. E aí lhes apresento outra necessidade inerente ao ser humano: ficar bonito!!! E olha que tem gente que leva isso muito a sério.

Por isso, com o sucesso da nossa postagem fazendo 1 retrospectiva de estilos maceioenses, aqui, não fazemos diferente, mas agora focamos nas tão faladas bolsas.

Será que dessa vez você dá as caras por aqui? Veja para crer!!!

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