Emoção à Flor da Pele
   Felipe  Camelo  │     26 de julho de 2017   │     13:24  │  0

Paixões, decepções, amores… recheiam ‘Outras Canções de Amor e Ódio’, que apresentam, no Teatro de Arena Sérgio Cardoso, às 7 e 1/2 da noite de amanhã, dia 27, no projeto Quinta no Arena. Os ingressos? Na bilheteria do Teatro Deodoro, a partir das 2 da tarde. 

Fotos: Assessoria/Reprodução

Com texto completo e bem escrito, reproduzimos aqui, na íntegra, a matéria da jornalista Hannah Copertino.

“Músicas que falam de paixão, decepção e amores que deram certo. O repertório do show Outras Canções de Amor e Ódio com Júnior Almeida e Andrea Laís acompanhados dos músicos Toni Augusto (violão) e Bruno Palagani (cavaquinho e bandolim) vai provocar um misto de sensações e emoções ao público.

O show é uma continuidade do projeto dos músicos de tocarem composições que estão marcadas na nossa memória e que provocam sentimentos bons e ruins. Em 2015, o grupo apresentou o show ‘Canções de Amor e Ódio’ e foi um sucesso. Como muitas músicas ficaram de fora por questão de tempo, veio a ideia de montar outro, que foi apresentado este ano no Teatro de Arena em uma noite de tempestade em Maceió, o que impossibilitou a ida de muita gente, mesmo assim o público compareceu e deixou os músicos felizes. Com a abertura do edital do Quinta no Arena, o projeto foi inscrito e selecionado. É mais uma oportunidade para quem ainda não viu.

O repertório conta com composições de Júnior Almeida e de clássicos da MPB como Chico Buarque. ‘São músicas que estão no nosso inconsciente, marcadas, e que nos deixam à flor da pele, tanto para amar quanto para odiar. A música brasileira tem disso. Eu conversei com a Andrea sobre essas músicas que ouvia na rádio, ela lembrou que o pai dela cantava e nós dois nos identificamos. A Andrea é uma jovem de alma antiga, uma cantora muito madura, que vem crescendo rápido e o que mais me admira nela é a naturalidade e a gente sente a verdade no trabalho. Estou muito feliz com esse projeto’, revelou Júnior Almeida.

‘É um repertório bem misturado, mas que trata do mesmo tema, são composições fortes e passionais. Como os limites da música são tênues, as canções provocam muito amor ou muito ódio. Os clássicos da MPB têm essa característica. Quando o Júnior me convidou, fiquei apaixonada pela ideia. Muita gente se questiona: mas ela é tão nova e nem viveu essas emoções todas. Só que a música tem esse poder de fazer a gente sentir e conseguir passar pro público. Nós nos identificamos muito com esse show e temos prazer de participar de todo o processo’, complementou Andrea Laís.”

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