A Arte de Carybé vale visita
   Felipe  Camelo  │     18 de janeiro de 2016   │     14:29  │  0

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Reprodução

Dada a importância de Carybé no cenário artístico brasileiro, claro que vale esta postagem chamando atenção pra “O Compadre de Ogum”, release da assessoria de imprensa Sesc Alagoas, que reproduzimos aqui na integra dado o conjunto de informações.

A arte nas suas nuances, formas e expressões, características que sobrepõem as criações, tendo o Brasil como um celeiro cultural de diversidades e estilos. O Sesc há mais de seis décadas dentro das suas ações de incentivo a cultura, iniciou o Projeto Arte Sesc com o intuito de fomentar a produção artística do país. Em Alagoas um dos trabalhos que chega é do artista Carybé com a exposição “O compadre de Ogun – Serigrafias de Carybé”. O público alagoano poderá conferir a obra que ficará aberta a visitação na Galeria de Artes da Unidade Sesc Centro em Maceió, no período de 20 de janeiro a 04 de março de 2016.

Sobre Carybé

Hector Júlio Páride de Bernabó, conhecido como Carybé (1911-1997), argentino de nascimento e brasileiro por adoração, naturalizou-se em 1957. Desenhista, pintor, escultor, apaixonado pela cultura brasileira, identificou-se com a Bahia, onde observou e traduziu em arte as personagens que ilustram as histórias de Gabriel García Marquez e Rubem Braga. Com Jorge Amado, ficou conhecido nas obras: Sumiço da santa, Tenta dos Milagres, Tereza Batista cansada de guerra e Pastores da Noite.

Os traços simples, que chegam ao essencial da figura de cores vibrantes, oferecendo um conjunto de imagens em movimento, revelando cenas do cotidiano baiano: batismo, candomblé, cenas de bar, de rua, becos, ao lado de tipos populares. O artistas também aprece disfarçado em uma das aquarelas como um dos personagens da história, tal a fusão de sua vida com a vida da Bahia.

Suas obras estão espalhadas em vários locais, como no aeroporto da American, em Nova York, e em muito

Sobre Arte Sesc

O Arte Sesc é um projeto nacional que há 30 anos tem levado exposições de artes visuais em itnerâncias por todo o país, com obras originais ou reproduções de boa qualidade. São variados os períodos históricos, temas, técnicas e suportes que integram o projeto, com obras de diferentes artistas ou grupos, selecionados através de curadorias específicas.

Para fazer chegar a arte aos mais distintos destinos, o projeto apresenta 12 exposições. Com circulação anual as obras têm passado por uma média de 80 cidades, abrangendo capital e interior. Cada exposição é acompanhada de material educativo que propõe diferentes possibilidades de leitura das obras e permite ao Sesc desenvolver desdobramentos como cursos, oficinas e palestras nas comunidades por onde circulam.

Nos últimos dez anos o projeto tem se voltado para a discussão da arte contemporânea, permitindo que o público possa conhecer obras de artistas visuais de renome como Nuno Ramos, Carlos Vergara, Rosana Ricalde, Beatriz Milhazes,Claudio Tozzi, André Parente, Leandro Lima & Gisela Motta, Lasar Segall, entre outros.

 

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