SuR-preendentes
   Fernando  Lima  │     17 de dezembro de 2015   │     12:20  │  0

Chefs Serginho Jucá e Felipe Lacet

Chefs Serginho Jucá e Felipe Lacet, com 1 das recentes edições da maior publicação gastronômica do país. Foto acervo pessoal da dupla, exclusiva deste blog e da coluna homônima na Gazeta de Alagoas

Após ficar entre os 10 finalistas em votação da “Prazeres da Mesa”, os chefs do SuR, Felipe Lacet e Serginho Jucá serão a próxima capa da revista.

Eleitos por voto popular, os alagoanos concorreram com chefs de todo o Brasil e foram julgados por comissão formada por especialistas, entre chefes de cozinha, críticos, jornalistas e estudiosos de gastronomia.

“Sem palavras por fazer parte dessa publicação levando a Gastronomia Alagoana + 1 X em destaque nacional. Queremos agradecer à todos os nossos colaboradores que fazem parte da família SuR, a todos os nossos clientes e fornecedores, à Matheus Vilela, nosso sócio e irmão de luta, à toda incrível equipe Prazeres da Mesa e, em especial, a nossos amigos e familiares que votaram e nos apoiaram!” disseram os chefes, emocionados pela conquista.

Vale lembrar também que em junho deste ano, o SuR foi destaque no site norte-americano da revista Forbes Life, do grupo Forbes, em Nova Iorque. O texto é assinado pelo jornalista John Oseid, que relata experiências singulares vividas mundo a fora. O jornalista veio para Alagoas, anonimamente, e se encantou com a região, as praias, cultura e principalmente com a culinária local.

A matéria, com título “Sur: A Top Culinary Stop in Northeast Brazil” (algo como “Sur: melhor Gastronomia do Nordeste brasileiro”), apresenta a qualidade e o “toque de arte” do restaurante comandado por Lacet e Jucá, assim como dos ingredientes típicos como queijo coalho (“Coalho Cheese”), manteiga de garrafa (“ghee-like clarified butter”)…

Impressionado com o cardápio dos chefs, diz ser “surreal” a mistura de ingredientes regionais em pratos tão sofisticados, como o que leva o nome do artista alagoano “Delson Uchoa”(tapioquinha com creme de bacalhau e tintas comestíveis), além do Carpaccio de Queijo Coalho e o Hot Dog de Lagosta, que “é uma criação que deveria ser servida no Yankee Stadium”, onde é tradição comer cachorro quente durante os jogos de beisebol em Nova York.

Ele também mencionou outros restaurantes, como Wanchako, que conseguiu mesclar, e muito bem, a gastronomia peruana com a caeté.

“Apesar de ter 1 milhão de habitantes, continua largamente ignorada pelos norte-americanos”, disse o jornalista sobre Maceió, sugerindo, ao final do texto, que a cidade seja incluída na próxima excursão dos leitores ao Brasil.

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