FEZ HISTÓRIA E MARCOU SEU TEMPO
   Felipe  Camelo  │     10 de outubro de 2015   │     10:00  │  0

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Sua + recente obra faz parte do projeto Velas Artes, lançado no último fim de semana. Literalmente Beto segue a ‘passear no mar’ (Foto – FC)

Conheci Beto Leão nos anos 80, e tive o privilégio de conviver e trabalhar com ele, talentosérrimo e totalmente do bem, nunca o vi fazendo fofoca, ou algo parecido. Estava sempre ocupado com arte e cultura.

Nasceu em Palmeira dos índios, em 4 de maio de 1949, e no registro, Alberto Leão Maia, mas era conhecido aqui e fora como Beto Leão.

Talentoso, arrasava em tudo que ‘se metia’.

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Acervo Pessoal

Festeiro e agitador cultural, foi 1 dos organizadores do 1º Festival de Verão de Marechal Deodoro.Era cenógrafo, poeta, músico, ator, artista visual. Desenhista, pintor, ator, diretor de arte, morando por anos no Rio de Janeiro. Voltou para cá convidado pelo então governador para ser secretário de Estado da Cultura.

Tendo feito cenografias para as maiores redes de TV nacionais, tem em seu currículo novelas como  “Kananga do Japão”, “Helena”, “As Pupilas do Senhor Reitor”, da TV Manchete, Globo e SBT respectivamente. No cinema, trabalhou com o cineasta Cacá Diegues em quase todos os filmes, como ator e cenógrafo. Alguns deles foram Joanna Francesa (1973), com locações em União dos Palmares e Xica da Silva (1976), sucesso estrondoso estrelado por Zezé Motta, com quem foi casado. Além de Tenda dos Milagres (1977) dirigido por Nelson Pereira dos Santos e A Ilha dos Escravos (2008) dirigido por Francisco Manso. Tem poemas publicados e musicados.

Em 2004, produziu e atuou como cenógrafo, figurinista, iluminador e criador da trilha sonora do espetáculo “Graciliano, um brasileiro”, no projeto Alagoas de Corpo e Alma, que representou o estado no Nordeste e no Sul do país.

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