Belle, Além da Dança
   Felipe  Camelo  │     16 de março de 2015   │     16:00  │  0

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Aclamada mundo afora, a bailarina e coreógrafa brasileira Deborah Colker, é sinonimo de talento e sucesso. Ela, que já cursou psicologia, jogou de vôlei e estudou piano por 10 anos, entrou no mundo da dança nos anos 80. E depois de assinar coreográfias de muitos espetáculos, foi a 1ª mulher a dirigir 1 show do Cirque du Soleil, Ovo. Foi considerada pela Revista Época uma dos 100 brasileiros + influentes do ano de 2009

O ballet da sua Cia, 1 das + importantes companhias de dança do mundo, encanta o público caeté nos próximos dias 21 e 22, no Teatro Gustavo Leite, com o seu + novo espetáculo: Belle. Inspirado no romance Belle de Jour, de 1928, lançado pelo escritor franco-argentino Joseph Kessel, se tornou em 1967, quase 4 décadas depois, em clássico do cinema surrealista, sob o comando do diretor, produtor e roteirista mexicano, o mestre Luis Buñuel.

O romance conta a história de Séverine, burguesa bem-casada que, buscando suprir o profundo vazio existencial que a consome, adota uma identidade paralela, assumindo o codinome Belle, passando as tardes trabalhando no bordel de Madame Anaïs. A história intrigante seduziu Deborah Colker em 2011, pouco depois da estreia de Tatyana, inspirado em outra obra literária.

A adaptação conta com a participação de bailarinos consagrados e, também, com o apoio de João Elias (direção executiva), Gringo Cardia (direção de arte e cenografia), Jorginho de Carvalho (design de luz) e do estilista Samuel Cirnansck (figurinos). A trilha sonora, dirigida por Berna Ceppas, vai de Miles Davis a Lou Reed, também passando pela música eletrônica.1 (4) 1 (5)

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