Além do Toque
   Felipe  Camelo  │     7 de março de 2015   │     10:00  │  0

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Do último dia 5 até hoje, o assustador, terror dos homens, câncer de próstata é pauta na 18ª Jornada de Patologia, em São Paulo, onde o patologista Jonathan Epstein, representando a International Society of Uropathology – órgão responsável pelo consenso de classificação dos tumores urológicos – abordando o papel do sistema de graduação Gleason ao longo da última década, enfatiza a importância de novo critério mundial de classificação para tumores, apresentado no evento.

Epstein é diretor de Patologia e Professor do Departamento de Patologia, Urologia e Oncologia do Johns Hopkins Hospital, nos Estados Unidos. Participando desta discussão estará 1 dos maiores uropatologistas do mundo, o editor-chefe da American Joint Committe On Cancer Mahul Amin.

“O objetivo com a nova classificação é, por exemplo, selecionar quem são os pacientes que não vão precisar se submeter à prostatectomia. Além disso, amplia-se também a elegibilidade para a vigilância ativa”, destaca Isabela Werneck da Cunha, patologista do A.C.Camargo Cancer Center e membro da Comissão Científica do evento.

A nova versão da classificação – oficializada em livro da Organização Mundial de Saúde sobre câncer de próstata – passa a valer a partir deste ano. A vigilância ativa, mencionada por Isabela Werneck, oferece monitoramento intenso ao paciente que, mesmo tendo o diagnóstico de câncer de próstata, poderá de acordo com as características do tumor, não necessitar ser tratado num 1º momento.

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